Os erros que você não deve cometer no seu site

Você já sabe: não estar na internet é um certificado de que sua empresa não existe ou, no mínimo, não é confiável. E o fato da sua empresa ser pequena e ter um orçamento apertado não é desculpa – existem diversas opções de hospedagem, desde as mais refinadas até as simples e baratas, para não dizer gratuitas, já que os blogs são sempre uma alternativa para quem está começando e não quer – ou não pode – gastar muito.

Há, no entanto, alguns cuidados que devem ser tomados na hora de criar a página da sua empresa. “Foi-se o tempo em que o site era apenas uma espécie de cartão de visita virtual”, explica Flávio Aguiar, sócio-diretor da agência de serviços digitais XY2, que está comandando o projeto de reformulação do site da agência de intercâmbios Invista em Você, uma das participantes do Extreme Makeover. “Hoje a página na internet é uma ferramenta de geração de negócios, independente de qual seja a área da empresa”, diz Aguiar. A seguir ele fala dos principais erros que você deve evitar na hora de fazer seu site:

Conteúdo supérfluo

Muitas empresas acabam prezando pelo layout da página, mas esquecem que a qualidade do conteúdo é igualmente importante. “Muita gente reproduz no site a mesma coisa que está nos folhetos”, diz Aguiar. Desse jeito, o site fica estático e sem novas informações. Para evitar isso, é fundamental publicar textos corretos e bem escritos, além de informações relevantes e muito conteúdo complementar interativo, como fotos, vídeos e áudio, de acordo com a proposta do negócio. “Na internet vale o primeiro contato. Se a pessoa não gostou, dificilmente volta.”

Falta de padronização visual

A comunicação de uma empresa deve ser única, coerente e padronizada. Isso significa que é importante manter o mesmo layout desde o design do site até a fachada da sede, passando pelos folders, materiais promocionais, anúncios e o que mais for feito em nome da empresa. Essa padronização passa pelo logotipo, as cores, o tipo de fonte e o design como um todo. “O importante é compreender o perfil da empresa e passar isso para a identidade visual”, explica Aguiar.

Contatos escondidos

Você provavelmente já precisou encontrar o representante de uma empresa e ficou muito nervoso por não conseguir encontrá-lo depois de horas na internet, dentro e fora do site oficial. “O ideal é que o contato seja bem visível. Se não estiver logo na primeira página, o link para ele deve estar bem evidente”, diz Aguiar. O contato fornecido depende da empresa: telefone, email ou formulário. “O importante é que seja visível e fácil de encontrar.”

Redes anti-sociais

Links claros e de fácil acesso aos perfis do Facebook, Twitter e outras redes também são um ponto importante. Mas vale lembrar que a entrada nas redes sociais deve estar alinhada à estratégia de comunicação. “Não adianta nada divulgar os links para as redes sociais se o cliente for se deparar com um perfil desatualizado. É melhor nem ter!”, diz Aguiar. Segundo ele, as redes sociais são um canal de comunicação e exigem dedicação e retorno constante. “Se não houver condições para isso, não vale a divulgação”.

Fonte: http://colunas.pegn.globo.com/extrememakeover/2011/10/11/os-erros-que-voce-nao-deve-cometer-no-seu-site/

terça-feira, 11 de outubro de 2011 por fuka2000 | Nenhum Comentário »

Continuem bobos

Por Steve Jobs

É uma honra estar com vocês hoje na sua cerimônia de formatura em uma das melhores universidades do mundo. Nunca me formei na faculdade. Este discurso é o mais perto que já cheguei de uma formatura. Hoje quero contar a vocês três histórias da minha vida. Só isso. Nada de mais. Apenas três histórias.

1.
A primeira história é a respeito de ligar os pontos. Desisti de cursar a Universidade Reed depois dos primeiros seis meses de aula, mas continuei a frequentar o câmpus como ouvinte por mais 18 meses antes de desistir de vez. Por que eu larguei a faculdade? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma mulher jovem e solteira que tinha se formado na faculdade e decidiu me entregar à adoção. Ela fazia questão que eu fosse adotado por um casal formado no ensino superior e, por isso, tudo foi arranjado para que eu fosse adotado logo ao nascer por um advogado e a mulher dele.

Mas, quando nasci, o casal decidiu que na verdade o que queriam era uma filha. Assim, meus pais, que estavam na lista de espera, receberam um telefonema no meio da madrugada perguntando: “Temos um inesperado bebê menino; vocês o querem?” Eles responderam: “É claro”.

Posteriormente, minha mãe biológica descobriu que minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que meu pai não concluiu o ensino médio. Ela se recusou a assinar os documentos finais da adoção e só mudou de ideia alguns meses depois, quando meus pais prometeram que um dia eu iria à universidade.

Bem, 17 anos mais tarde, eu fui para a universidade. Mas, ingenuamente, escolhi uma universidade quase tão cara quanto Stanford, e toda a poupança dos meus pais, de classe trabalhadora, estava sendo gasta com o meu ensino superior. Depois de seis meses, não consegui enxergar o mérito daquilo.

Eu não tinha ideia do que queria fazer da vida e não imaginava como a universidade poderia me ajudar a descobrir a resposta. E ali estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham poupado durante toda a vida. Decidi abandonar o curso e acreditar que tudo daria certo no fim.

Na época foi assustador, mas, em retrospecto, foi uma das melhores decisões que tomei. Assim que larguei a faculdade, não precisei mais frequentar as aulas que não me interessavam e pude ir como ouvinte às que pareciam ser mais interessantes.

Nem tudo foi romântico. Eu não tinha quarto no dormitório universitário e, por isso, dormia no chão dos quartos dos colegas. Recolhia garrafas de Coca-Cola para trocá-las por US$ 0,05 e ter dinheiro para comprar comida. Caminhava mais de 10 km aos domingos, de um extremo ao outro da cidade, para fazer a melhor refeição da semana no templo Hare Krishna. Eu amava isso. E percebi depois que boa parte daquilo com que me deparei ao seguir minha curiosidade e minha intuição consistiu em experiências de valor incalculável.

Eis um exemplo do que quero dizer: naquela época, a Universidade Reed oferecia provavelmente a melhor instrução caligráfica de todo o país. Por todo o câmpus, cada cartaz e cada etiqueta de cada gaveta eram maravilhosamente escritos à mão. Por ter virado um desistente que não precisava mais assistir às aulas normais, decidi participar das aulas de caligrafia.

Descobri muito a respeito de fontes serifadas e sans-serif, de variações no espaçamento de diferentes combinações de letras, de características que mais chamam a atenção naquilo que há de melhor na tipografia. Era um assunto maravilhoso, histórico, de uma sutileza artística que a ciência não é capaz de capturar. E tudo me pareceu fascinante.

Nada disso parecia inspirar a menor esperança de encontrar uma aplicação prática na minha vida. Mas, dez anos mais tarde, quando estávamos projetando o primeiro Macintosh, me lembrei daquelas aulas. E todos aqueles conceitos foram incorporados ao nosso projeto para o Mac. Ele foi o primeiro computador a ter uma tipografia belíssima. Se eu nunca tivesse participado daquele curso como ouvinte, o Mac não teria contado com diferentes tipos de fonte e nem com caracteres de espaçamento proporcional. Como o Windows copiou o Mac, é provável que nenhum computador pessoal tivesse esses recursos.

Se nunca tivesse me tornado um desistente, não teria me tornado um ouvinte naquela aula de caligrafia e, talvez, os computadores não tivessem os maravilhosos recursos tipográficos que têm hoje. É claro que, na época da faculdade, era impossível ligar esses pontos. Mas, dez anos mais tarde, a relação entre eles estava claríssima.

Repito que não é possível ligar os pontos quando olhamos para o futuro; só podemos ligá-los ao olhar para o passado. É preciso confiar que os pontos acabarão se ligando uns aos outros. É preciso confiar em alguma coisa – instinto, destino, carma, o que for. Essa abordagem nunca me decepcionou, e fez toda a diferença na minha vida.

2.
Minha segunda história é a respeito do amor e da perda.

Eu tive sorte – descobri cedo aquilo que amo fazer. Woz e eu fundamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, dez anos mais tarde, a Apple tinha crescido e virado uma empresa avaliada em US$ 2 bilhões, com mais de 4 mil funcionários. Tínhamos acabado de lançar nossa criação máxima – o Macintosh – no ano anterior, e eu tinha acabado de completar 30 anos.

E então, fui demitido. Como é possível uma pessoa ser demitida de uma empresa que ajudou a fundar? Bem, conforme a Apple cresceu, contratamos alguém que me pareceu muito talentoso para administrar a empresa ao meu lado e, no primeiro ano de parceria, as coisas deram certo.

Mas nossas visões para o futuro começaram a divergir e, finalmente, brigamos e nosso conselho administrativo decidiu tomar o partido dele. Assim, aos 30 anos, eu estava fora. A notícia foi muito divulgada. Aquilo que fora o foco de toda a minha vida adulta tinha sido tirado de mim, e a experiência foi devastadora.

Por alguns meses, não soube ao certo o que fazer. Tive a sensação de ter decepcionado a geração anterior de empreendedores – de ter derrubado o bastão quando ele era transmitido a mim. Encontrei David Packard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo.

Meu fracasso foi absolutamente público e pensei até em fugir do Vale do Silício. Mas comecei a perceber algo: eu ainda amava aquilo que fazia. As infelizes situações vividas na Apple não tinham mudado isso em nada. Eu tinha sido rejeitado, mas continuava apaixonado.

E, assim, decidi começar de novo. Não percebi isso na época, mas parece que ter sido demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para mim. O peso do sucesso foi substituído pela leveza de ser um iniciante de novo, menos cheio de certezas a respeito de tudo. Aquilo me deu a liberdade necessária para começar um dos períodos mais criativos da minha vida.

Nos cinco anos seguintes, fundei uma empresa chamada NeXT, outra chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher fantástica com a qual me casei. A Pixar avançou até criar o primeiro longa-metragem de animação feito por computador, Toy Story, e virou o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Numa reviravolta notável, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a Apple e a tecnologia que desenvolvemos na NeXT está no coração do renascimento da Apple. E Laurene e eu construímos juntos uma família maravilhosa. Tenho certeza que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.

Foi um remédio muito amargo, mas parece que o paciente precisava tomá-lo. Às vezes a vida nos atinge na cabeça com um tijolo. Não percam a fé. Estou convencido de que a única coisa que me manteve trabalhando foi o amor que sentia por aquilo que fazia. É preciso descobrir aquilo que amamos. E isso vale tanto para o trabalho quanto para a vida afetiva.
O trabalho vai ocupar uma parte substancial de nossas vidas, e a única maneira de ficarmos realmente satisfeitos é desempenhar um trabalho que acreditamos ser grandioso. E a única maneira de fazer um trabalho grandioso é amar aquilo que fazemos. Se ainda não descobriram o que é que amam fazer, sigam procurando.

E, como ocorre em todos os grandes relacionamentos, as coisas só melhoram com o passar dos anos. Assim, continuem procurando até encontrar aquilo que amam. Não se contentem com menos do que isso.

3.
Minha terceira história é a respeito da morte.

Quando tinha 17 anos, li uma frase a respeito da morte que era mais ou menos assim: “Se viver cada dia de sua vida como se fosse o último, chegará um dia em que você estará certo”.

Aquilo me impressionou muito e, desde então, nos últimos 33 anos, tenho me olhado no espelho todos os dias pela manhã e me feito essa pergunta: “Se este fosse o último dia da minha vida, será que eu faria mesmo o que estou prestes a fazer hoje?” E, sempre que a resposta é “não” por muitos dias seguidos, percebo que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que logo estarei morto é a ferramenta mais importante que encontrei para me ajudar a tomar as grandes decisões da vida. Afinal, quase tudo – todas as expectativas, todo o orgulho, todo o medo do fracasso ou do constrangimento – tudo isso se torna insignificante diante da morte, restando só aquilo que é importante. Lembrar que vamos morrer é a melhor maneira que conheço de evitar a armadilha de pensar que temos algo a perder. Já estamos nus. Não há motivo para não seguir o coração.

Há cerca de um ano, fui diagnosticado com câncer. Fiz um exame às 7h30 da manhã, e ele mostrou claramente um tumor no meu pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos disseram que era quase certo que aquele era um tipo de câncer considerado incurável e que eu não deveria esperar viver mais do que três ou seis meses.

O médico me disse para voltar para casa e resolver minhas pendências, algo que equivale à maneira codificada dos médicos de dizer que vamos morrer. Significa que temos de tentar contar aos filhos em poucos meses tudo aquilo que imaginamos ter 10 anos para dizer. Significa certificar-se de que tudo foi arranjado para que a situação seja tão fácil quanto o possível para a sua família. Significa despedir-se.

Convivi com o diagnóstico o dia todo. Naquela noite, fiz uma biópsia, procedimento no qual enfiaram um endoscópio pela minha garganta, atravessando o estômago e chegando ao intestino, cutucando meu pâncreas com uma agulha para recolher algumas células do tumor.

Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava presente, contou que quando os médicos analisaram as células ao microscópio, todos começaram a chorar, pois tratava-se de um tipo raríssimo de câncer no pâncreas que pode ser tratado por meio de cirurgia. Eu fiz a cirurgia e agora estou bem. Essa foi a ocasião em que vi a morte mais de perto e espero não repetir a experiência nas próximas décadas.

Mas, depois de ter passado por isto, posso agora dizer a vocês algo que me parecia menos claro quando a morte era um conceito intelectual: ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que desejam ir para o Paraíso não querem morrer para chegar até lá.

Ainda assim, a morte é o destino final do qual todos nós partilhamos. Ninguém jamais escapou dela. E é assim que as coisas deveriam ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção de toda a vida. Ela é o grande agente transformador da vida. Ela tira do caminho o que é velho e abre espaço para o que é novo.

No momento, vocês são o novo, mas, um dia, alguns anos mais tarde, vocês se tornarão gradualmente velhos e serão tirados do caminho. Peço perdão por ser tão dramático, mas isso é bastante verdadeiro.

Nosso tempo é limitado e, por isso, não devemos desperdiçá-lo vivendo uma vida que não seja a nossa. Não se deixem aprisionar pelo dogma – que equivale a viver de acordo com os resultados do pensamento de outra pessoa. Não deixem o ruído da opinião alheia afogar a voz que vem do interior de cada um de vocês.

E, mais importante, tenham a coragem de seguir seu coração e sua intuição. De alguma maneira, eles já sabem aquilo que vocês realmente desejam se tornar. Tudo o mais é secundário.

Quando eu era jovem, havia uma publicação fantástica chamada The Whole Earth Catalog, que foi uma das bíblias da minha geração. Foi criada por um sujeito chamado Stewart Brand perto daqui, em Menlo Park, e ele deu vida à publicação com o seu toque poético. Isso era no fim dos anos 60, antes dos computadores pessoais e da editoração eletrônica, o que quer dizer que tudo era feito usando máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. Era uma espécie de Google em forma de livro de bolso, 35 anos antes de o Google ter sido inventado. Tratava-se de uma publicação idealista, que transbordava de ferramentas bacanas e noções geniais.

Quando a revista pareceu ter cumprido sua missão, eles fizeram uma edição final. Estávamos em meados da década de 70, e eu tinha a idade de vocês. Na quarta capa da última edição havia uma foto de uma estrada interiorana nas primeiras horas da manhã, o tipo de estrada na qual os mais aventureiros gostam de pedir carona. Abaixo da foto estavam escrito: “Continuem esfomeados. Continuem bobos”. Aquela foi a mensagem de despedida deles.

Continuem esfomeados. Continuem bobos. Sempre desejei isso para mim mesmo. E agora que vocês estão se formando para dar início a um novo começo, é isso que desejo a vocês. Continuem esfomeados. Continuem bobos.

Muito obrigado a todos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011 por fuka2000 | Nenhum Comentário »

Testando mais um vídeo

Meg

quinta-feira, 2 de setembro de 2010 por fuka2000 | Nenhum Comentário »

PHP, MySQL e UTF-8 (o guia)

Trabalhar com UTF-8 no PHP pode dar algumas dores de cabeça pra quem é novo, e até mesmo para alguns mais velhinhos… O PHP trabalha por padrão com ISO-8859-1, que são os caracteres latinos que estamos acostumados. Entretanto, o UTF-8 tem uma abrangência maior de caracteres e o ideal seria que nos acostumássemos a usar este charset nas páginas.

Este pequeno tutorial tem como objetivo deixar bem claro quais os passos a se tomar para construir uma aplicação totalmente baseada no charset UTF-8, desde as páginas HTML, passando pelo PHP e por fim no MySQL.

Antes de tudo, aconselho que aprenda a criar os seus arquivos utilizando o UTF-8 sem BOM, que evitará dores de cabeça futuras quando estiver trabalhando com cookies, sessões e headers.

O segundo passo é definir, no PHP que o charset dos arquivos que serão gerados terão a codificação UTF-8, com o seguinte código:

<?php
ini_set('default_charset','UTF-8');
?>

Só setar o charset no PHP não adianta muito, pois alguns navegadores usam a codificação padrão da região do usuário, a não ser que o seguinte código esteja entre as tags <head> e </head>:

<meta http-equiv="Content-type" content="text/html; charset=UTF-8" />

Com isso, você já pode trabalhar tranquilamente com UTF-8 e PHP sem ter problemas com os caracteres.

Alguns cuidados são necessários quando for trabalhar com o MySQL, entretanto. Vou ensinar como se faz pelo PHPMyAdmin, que acredito que todos que começaram a trabalhar com MySQL estão acostumados.

Em primeiro lugar, ao criar o seu banco de dados, já crie usando o collation utf8_general_ci. Se o banco de dados já tiver um collation definido, não é necessário definir o collation das tabelas, pois elas herdarão o do banco. Mas mesmo assim é bom especificar o charset e collation de cada tabela. Como? Assim:

CREATE TABLE Clientes (
id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
nome VARCHAR(60) NOT NULL,
PRIMARY KEY(id)
)
TYPE=InnoDB CHARACTER SET utf8 COLLATE utf8_general_ci;

Ok. Nossa tabela está trabalhando com UTF-8 agora. Podemos começar a programar e relaxar porque nossos problemas com charset estão resolvidos, certo?

A resposta é não.

Se você continuar a programar com o sistema assim, os dados do banco serão inseridos e consultados de maneira correta, mas você vai perceber problemas quando tentar fazer buscas com palavras acentuadas insensível a maiúsculas, por exemplo: Água, água e agua serão palavras totalmente diferentes, sem contar que a ordenação de resultados com palavras que começam com letras acentuadas sairá bem bagunçada, coma letra Ó vindo antes de B, por exemplo.

Esse é o problema que eu tive e que demorei eras pra descobrir. O banco estava OK, o PHP também, o mesmo com as páginas HTML… e quando eu inseria algum dado pelo PHPMyAdmin, este era inserido corretamente, o que significava que o problema não era no banco e sim na aplicação.

Depois de meses na verdade foram apenas algumas horas de pesquisa, desconfiei que havia algo na conexão com o MySQL que estava dando esse problema. Fui fuçar no Manual do PHP e encontrei a seguinte solução:

<?php
ini_set('default_charset','UTF-8'); // Para o charset das páginas e
mysql_set_charset('utf8'); // para a conexão com o MySQL
?>

Com isso todos os meus problemas foram resolvidos. Na verdade não, pois tive que alterar todos os campos acentuados da tabela…

Dá para usar a função mysql_client_encoding para identificar o charset da conexão com o MySQL, mas não acho necessário pra quem quer trabalhar diretamente com UTF-8 e não com vários charsets.

[Alessandro Santos]

quarta-feira, 12 de maio de 2010 por fuka2000 | Nenhum Comentário »

Teste de video

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quinta-feira, 22 de abril de 2010 por admin | Nenhum Comentário »

“Errar é humano. Culpar outra pessoa é política. ” (Hubert H. Humpherey)

Hoje acordei de ovo virado, num mau humor da peste, mas jajá passa..xD

Tenho pensado muito em política, e como quase ninguém acredita quando eu falo (quando eu falo), fiquei tentada a escrever….

Eu to é meio revoltada com a situação da política brasileira…SIM EU VOU CRITICAR O PAÍS QUE EU VIVO!

Eu Amo meu país, na medida que me parece suficiente, nem de mais, nem de menos, sei muito bem os pontos fortes e os fracos e faço uma balança entre os dois, buscando equilibrio para as minhas ideias…

Tenho amigos das mais variadas vertentes políticas, ideologias, objetivos de vida e letargismo politico e gosto muito de ouvir o que cada um tem para falar, porque as vezes defendemos uma ideia sem ouvir a do outro, e acredito muito em consenso.

A crítica se faz necessária, porque leva ao questionamento e quem sabe na evolução… e podemos criticar muito nosso país, porque além das qualidades imensas, temos falhas que se tornam imensas por falta de atenção.

Pode chamar de cinismo, hipocrisia, frescura, do que quiser, pra mim tem outros nomes…Alienação, Comodismo, e Realismo.

Não sou nenhum ente iluminado com poderes mágicos pra mudar o mundo num piscar de olhos, e nem tão carismática a ponto de mover multidões à uma revolução, Não, mas sou uma cidadã que exerce seus direitos e deveres, respeita minimamente o sistema e não sai por aqui cometendo crimes seja lá qual deles for…

O que me entristece, de coração, é um país que tem tanta estrutura para ser um país de primeiro mundo, e o é em alguns aspectos, fica tão defasado em outras questões…

E não dá pra apontar o dedão pra ninguém e dar lição de moral sem esquecer que quando vc aponta pra alguém, tem mais 3 dedos que apontam na sua própria direção…

O Comodismo se instalou de maneira tão forte que falar em “mudança” assusta até os que enchem a boca para falar de teorias lindas no papel,mas que ninguém tenta passar pra realidade. Não estou falando “Vamos nos unir e botar fogo no Brasil inteiro!”, mas estou falando de conscientização, de que como cidadão, cada um é sim responsável pelo que acontece no seu país, porque quando agnt “tá na merda”, começa o discurso : Aaaah,mas eu não votei em fulano, Ah, mas é culpa de ciclano, Ah,mas ele parecia tão bonzinho… Tudo o que acontece, tenha você votado ou não em tal ou tal candidato vai afetar a nação inteira… E que me desculpem os ativos politicamente, mas que nosso povo tem a sublime tendência de se acomodar, isso tem sim.

Aí começa a parte que mais me revolta, e ressalto, critico o meu país por querer que ele melhore, por não querer ver presidente atrás de presidente prometendo mundos e fundos, e cada vez mais gente montando nas costas do nosso povo.

Sou totalmente contra à Política do Pão e Circo…

Quem não lembra disso, era oferecer ao povo comida e diversão para manter o controle da sociedade, podem até dizer que isso não acontece, que isso ficou lá em Roma com os gladiadores lutando até a morte para satisfação dos sados, desocupados, etc. Para mim ( se alguém compartilhar essa ideia somos dois), no Brasil ainda existe a Política do Pão e Circo, manter a população sobre controle com migalhas e entretenimento…As atenções estão tão voltadas á outros assuntos, que muita gente esquece que as eleições estão aí…Alguém já parou para ler sobre seu candidato? Alguém já tem o candidato escolhido?Conhece o passado do sujeito? Fechou a janela do orkut pra ler pelo menos o jornal pra saber como anda nosso país?

“Ah,mas tá longe ainda…Quando estiver mais perto eu escolho” ou “Sou de tal partido até morrer…” são as frases que mais escuto…

Os partidos mantém alianças, podem ser “rivais”, a “oposição”, mas por trás estão os mesmo partidos aliados, os mesmo figurões, as vezes até as mesmas propostas…qual a diferença então?

“Ah..No final vai dar tudo na mesma…” Vai sim, se todo mundo pensar assim… o Voto foi conquistado depois de tanto tempo, pra ser jogado fora? Então saímos do coronelismo porque? não era mais fácil, vota em quem mandarem, assim voce não pode pensar muito e ainda tem em quem por a culpa se o país piorar…

Em questões burocráticas, nosso país dá de 100 a 2 em muito país europeu grande, porque então lá as coisas funcionam mais?Quem fiscaliza essas coisas? Nosso país já começou fazendo lei do jeito errado…e como diz  frase: De boas intenções o inferno está cheio… O povo tem que começar a SE fiscalizar, mas pra isso não basta ter vontade, porque ajuda, mas não é o suficiente… A grande sacada está na EDUCAÇÃO, não é só completar o Ensino Médio ou uma graduação, é a Educação crítica…O aprender a questionar porque e como as coisas funcionam e para que…

Mas imaginem o furdunço que ia ser uma população com censo crítico..

Oh céus! É o Apocalipse dos sustentados pelo povo… Um povo que sabe votar, questiona, discute…chega a ser Utópico * suspira*

Espero que nessas eleições, todos sejam mais conscientes, busquem saber mais sobre os candidatos, não votem por votar, porque é o chefe da nação que vai ser escolhido…Você não coloca um assassino psicopata pra tomar conta da sua casa, da sua familia, também não colocaria uma pessoa que não defendesse seus interesses.

Tenho minhas preferências políticas, mas não vem ao caso…

Só espero que deixem de pensar um pouco na Copa, no Haiti( também fiquei chocada, é triste, mas como tem gente passando fome lá, também tem aqui, e lá só virou o foco por causa de um desastre, e aqui? quantos desastres acontecem diariamente ou pelo menos periodicamente, e ninguém veio prestar socorro… Alguém me disse a frase:” É ficar lavando roupa pra fora e deixar os filhos nus…” concordo com a frase, não esquecendo o que aconteceu, porque fazemos parte de uma sociedade internacional,mas temos que nos preocupar nacionalmente) e pensem em quem vai levar nosso país à Glória ou ao Declínio.

Amanhã eu quero abordar o “Bolsa -qualquer coisa”

Bom dia! Hoje o dia fica mais fresco que ontem( espero muito que sim rs..)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 por leticia | Nenhum Comentário »

Bom Dia Dia! \o/

Bom Dia Bom Dia!!

Hoje tem tudo pra ser um dia maravilhoso como o de ontem, com o mesmo calor ( não esqueçam o protetor solar XD), muita gente na rua ( cuidado com os pertences), pouca roupa ( há quem goste) e aquela moleeeza que o Sol dá! Mas vai ser tudo de bom hoje!

Como tá cedo tenho um tempinho pra postar aqui…antes de começar a labuta…

Ontem o dia foi meio estranho…

Lembranças vindo à tona…

Sentimentos confusos…

Feriado chegando e prazos para serem cumpridos…

Aí já viu….

Mas hoje…vai ser diferente…parece diferente…tem que ser feito diferente.

Hoje na faculdade eu tenho uma das melhooooooores aulas! Direito Internacional Público! *pirei*

Quero aproveitar e mandar uma mensagem pra uma pessoa que entrou na minha vida faz um tempo, mas só agora resolveu fazer a diferença…e que diferença… E me desanima um pouco ver quem eu quero tanto bem esteja sofrendo, cansado, desmotivado…

MENSAGEM PRA VOCÊ:

Existe uma música que eu gosto muito, mas principalmente do refrão:

“E quando anoitecer, cansado te encontrar, no silêncio teu, eu irei te consolar…Nos braços meus, repousarás, Forças te darei! Forças te darei!”

Bom, essa música me conforta um pouco quando me sinto muito sozinha… Espero que tudo isso passe, e que vc sinta orgulho de sí. Eu me orgulho de você, e muito! Por toda a ajuda, por toda a paciência, por tudo!

Mesmo que eu não possa fazer nada pra mudar isso, e o pouco que eu posso fazer me pareça tão insignificante, mas é o que ofereço de coração… Meus ouvidos se quiser desabafar, meus braços se estiver com medo, os ombros se quiser chorar e precisar de apoio, e um sorriso pra lembrar que tudo vai dar certo e que depois da tempestade, vai haver uma história pra se rir quando for contada…

Pode demorar, mas as lembranças um dia vão ser guardadas e não farão o efeito que fazem hoje… Procurar pedaços de um espelho quebrado em outros espelhos não vão trazer nada de volta…

Essa é a hora de construir memórias diferentes, pra não ficar comparando depois… Era a hora de mudar o olhar também… Olhar pra quem enxerga com os olhos de dentro…

Tem promessas fáceis de se cumprir…mas existem as mais difíceis também… e se eu não conseguir cumprir o que eu prometi… Prefiro eu te virar as costas primeiro, pra quando você tiver que partir eu não tenha que ficar desejando que você olhe pra trás e volte…

Vai dar tudo certo !

Um Post sem pé nem cabeça, mas compreensível pra quem está em semelhante situação…

Acho que por hoje é só!

PS: Como tô EMO pra caramba hj…só mais uma frase de uma novela coreana que eu gostei mto! xD

“Pra quem não tinha nada, a única coisa que eu podia jogar fora, por você, era eu mesmo…” *_*

até mais tarde ^^

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 por leticia | 1 Comentário »

Resumão do FDS \o/

Bom Dia!!

Como já cantava a marchinha: “Alala ôÔoooo! Mas que calôoor, Atravessamos o deserto do Saara, o Sol estava quente e queimou a nossa cara..Alala Ôoôôooo! Mas que calÔôoor… ”

Não sei a cara de vocês, mas do jeito que eu andei esse fim de semana e do jeito que o Sol tava, to com a cara toooda vermelha…. =S

Segundona começando…a cara de tédio do povão apavorando…e eu vim falar do fim de semana que passou!!

Pra quem não sabe, nesse fim de semana(6 e 7/2) nós, aqui no Brasil comemoramos o Ano Novo Chinês…

O calendário Chinês não é como o que conhecemos, porque é feito com base no calendário lunar… E não há variações como o nosso (alguns meses com 28,29,30  e até 31 dias), no calendário lunar todos os meses tem 30 dias.

Além disso existem os signos…Algo do tipo desse que muita gente lê antes de sair de casa pra saber se vai ser atropelando por uma anta ou se vai ganhar na mega-sena e ser assassinado tragficamente (eu particularmente não acredito,mas respeito quem acredita), só que com diferenças…os signos ocidentais, os que conhecemos, têm sua regência por mês…ou seja, de tal dia desse mês até tal dia do próximo mês os nascidos nesse período são regidos por um signo dos Zodíaco (Áries, Touro, Peixes, Leão, Virgem e a patotada toda ^^), já os signos chineses tem sua regência por um período maior…anualmente muda-se o signo regente… por exemplo..Ano retrasado comemoramos o Ano do Rato! No ano passado o Ano do Boi e esse ano (ano chines) é o Ano do Tigre!

São 12 signos ao todo, não sei dizer exatamente todos, mas os que eu lembro são o Rato, Tigre, Cachorro, Boi, Dragão, Porco, Carneiro, Gato… e por aí vai… pra quem gosta de mangá, uma boa dica pra saber um pouquinho mais sobre esses 12 signos e suas histórias é um mangá chamado Fruits Baskets, é uma história meio maluca, mas eu adoro essas coisas…xD eu Adoooooro Fruits Baskets.. recomendo \o/

Voltando ao Ano novo chinês….Sábado e Domingo passados, foi comemorado na Praça da Liberdade (o bairro com o maior número de orientais de São Paulo) o Festival do Ano Novo Chinês…

Na verdade o ano novo não foi esse fim de semana, a “virada” será no próximo fim de semana, mas aqui no Brasil, antecipamos a festa porque as autoridades chinesas residentes aqui vão para lá comemorar e porque no próximo fim de semana, todas as atenções estarão voltadas para uma das maiores “festas” que agitam mais que liquidificador, nosso estado e muitos outros.. O carnaval.

Quem foi gostou, quem não foi deveria ter ido porque ia gostar, e quem já vai a tantos anos não falta nunca mais…

Foi uma festa muito bonita, música,danças, demonstrações de artes marciais, tendas com comidas típicas chinesas (que são mtooooo boas), muitas cores…Adoro o vermelho,o prata, o amarelo…são cores que chamam muita atenção.

Em breve eu roubo as fotos do orkut de alguém e coloco aqui ^^

Sábado choveu muito, mas deu pra aproveitar… mas domingo…domingo São Pedro tava de muito bom humor e um sol mtooo forte tomou conta da festa… só garoou um poquinho já no final…

Bom…é isso por hoje… o fds acabou…a segunda chegou…a semana promete..e eu vou trabalhar porque senão já viu né?? Boa Segunda \o/

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 por leticia | Nenhum Comentário »

Invadindo…xD

Olá Olá!!!

Como o Fuka não usa isso aqui e eu fico enchendo ele o dia inteiro ele me “emprestou” o blog pra eu me ocupar e deixar ele em paz..haahaha

sábado, 6 de fevereiro de 2010 por leticia | Nenhum Comentário »

Aiaiai!

Em construção…

segunda-feira, 10 de agosto de 2009 por admin | 1 Comentário »